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PROGRAMAÇÃO
2026
🎭 “MÃE BAIANA” RETORNA PARA ÚNICAS APRESENTAÇÕES NO RIO
Com texto criado a partir das escutas da filósofa Helena Theodoro,
peça fala sobre relações e perdas, por meio de memórias preservadas pela oralidade

📅SERVIÇO:
Apresentações: 20 e 21 de junho
Dias e horários: sábado às 19h | domingo às 18h
Local: Teatro Glauce Rocha
Endereço: Av. Rio Branco, 17 - Centro – RJ Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Vendas online: Sympla
Funcionamento da bilheteria: quarta a domingo, 14h às 19h
Telefone: (21) 2220-0259
Capacidade: 204 lugares
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 60 min
Nas redes sociais
@maebaiana.teatro
Quando as pessoas são lembradas, elas não morrem”, disse a filósofa, escritora e professora Helena Theodoro nas conversas com as autoras Thais Pontes e Renata Andrade, que escreveram a dramaturgia de “Mãe baiana”, com direção de Luiz Antonio Pilar. Após passar por festivais internacionais e levar pela primeira vez a atriz Dja Marthins, de 83 anos, aos palcos de Portugal e Cabo Verde, o espetáculo retorna ao Rio de Janeiro, no Teatro Glauce Rocha para apenas 2 apresentações a preços populares. O projeto foi contemplado no edital Fluxos Fluminenses 2024 e tem o patrocínio do Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Política Nacional Aldir Blanc.
No palco, Dja Marthins e Luiza Loroza interpretam avó e neta que, ao viver um momento de luto em família, veem a relação entre as duas renascer. A peça, que joga luz sobre o papel poderoso e fundamental da mulher negra na sociedade. Para o diretor Luiz Antonio Pilar, a concepção de “Mãe baiana” nasce da proposta
do texto. Nele, estão os conflitos de gerações e de conceitos entre uma jovem mulher de seus 20 e poucos anos e sua avó, octogenária.
O espetáculo faz parte da “Trilogia Matriarcas”, ao lado de “Mãe de santo” e “Mãe preta”, idealizado pela atriz Vilma Melo e o produtor cultural Bruno Mariozz. A peça parte da perda de um filho, fato que Helena Theodoro viveu quando seu menino de quatro anos morreu afogado. Apesar da premissa triste, as autoras preocuparam-se em não pesar o espetáculo, até porque a personagem da avó – assim como a autora – sofre, mas entende a morte. No início, a neta não compreende, mas passa a entender ao longo da história.
Todo o pensamento da filósofa e primeira doutora preta do Brasil Helena Theodoro passa por suas experiências pessoais e afirma o princípio feminino preto com todas as suas possibilidades de existir, conservar, transformar e melhorar o mundo.
“Esse espetáculo é sobre relações – sobre relação de avó e neta, relação com a morte, com a cozinha, com a religião. A gente vai se transformando nos nossos, a gente vai se vendo... Escrever com a Renata Andrade foi um doce exercício de memórias, em que fomos lembrando histórias das nossas famílias”, conta Thais Pontes, que recorda as conversas com a avó durante as madrugadas na cozinha de casa.
“Um conflito que não significa necessariamente violência ou brigas, mas as diferenças de ideias de tempos que já passaram. São dois mundos diferentes que hoje estão no mesmo espaço”, analisa o diretor, que fala também sobre a perspectiva racial da montagem. “Me ressinto com a dramaturgia nacional que quando vai falar do negro, principalmente o urbano, é sempre no conflito da violência. A questão nunca é contraditória ou está na diferença de perspectiva. É sempre no jovem negro matando ou morrendo, da família desconstruída, da falta de afeto. Em ‘Mãe baiana’ o conflito está inserido numa sociedade cotidiana e na família geracional, constituída por mulheres, convivendo no mesmo espaço”, finaliza Pilar.
O cenário criado por Renata Mota e Igor Liberato é composto por ambientes de uma casa, divididos entre sala, cozinha e quintal onde avó e neta conversam, cozinham e recordam as histórias da família. No quintal, são usados dez quilos de terra e de sementes de girassol.
Todas as sessões terão acessibilidade, com os recursos de libras e audiodescrição.
🎭 Agenda Teatral 2026 | Espetáculo Borboletas 🦋chega ao SESI SP em 2026

A Produtora Palavra Z Produções Culturais e a Cia. Sonharteiros iniciam 2026 celebrando a circulação do espetáculo “Borboletas” na programação do SESI Cultural SP.
Ao longo dos próximos meses, o espetáculo vai percorrer diversas cidades do estado de São Paulo, levando teatro, música e poesia para públicos de todas as idades. Uma jornada sensível, lúdica e cheia de imaginação.
A imagem de divulgação apresenta um fundo preto com o título “Agenda Borboletas 2026” em letras desenhadas em amarelo e laranja. Na parte inferior, cinco artistas da companhia aparecem sorrindo e tocando instrumentos como violão, ukulele, percussão e escaleta, cercados por pequenos traços e estrelas coloridas, criando um clima lúdico que remete ao universo infantil e musical do espetáculo.
✨ Sinopse
Cinco artistas contam a história de Gio, Duda e Bento, três crianças periféricas que são atravessadas pelos acontecimentos do local em que vivem. Com ludicidade, musicalidade e encantamento, “Borboletas” conduz o espectador a uma viagem ao mundo de brincadeiras, faz de conta e realidade dessas três crianças.
Acompanhe nossas redes e venha voar com a gente nessa circulação! 🦋✨
#AgendaTeatral2026 #Borboletas #Teatro #SESIculturalSP #CiaSonharteiros #PalavraZProduções #TeatroParaInfância
📅SERVIÇO:
Araraquara – SESI
• 17/07 (sexta) – 15h
• 18/07 (sábado) – 15h
NOSSO LUGAR
Espetáculo musical escrito e protagonizado por uma atriz e
cantora deficiente visual, Sara Bentes estreia em 2026 no Brasil

A montagem inédita do musical NOSSO LUGAR, da autora Sara Bentes e composições de Luan Richard com direção de Luiza Loroza e Carol Futuro. O espetáculo é sobre o lugar de fala, nosso lugar enquanto artistas criadores, sobre nosso lugar dentro de nossa própria essência, nosso lugar no protagonismo da nossa vida, o lugar onde somos autênticos, sem amarras, estigmas e julgamento, nosso lugar de plenitude e de encontro com o outro, esse lugar que será sempre o amor. A peça escrita e interpretada pela atriz Sara Bentes (artista cega) e o ator Kiko do Valle (ator vidente), tem como sua premissa "O amor nos empodera para a busca da liberdade e de nosso lugar no mundo". Lorena encontrou Miguel em um sonho, e desde então se encontram todas as noites em sonhos, o único ambiente em que ela se sente livre e onde tudo é possível, inclusive enxergar. Lorena é cega, e vive uma vida sufocante que os outros planejaram para garantir sua proteção. Mas agora, com a presença luminosa de Miguel em suas noites, ela enxerga a necessidade de escrever sua própria história. Mas como ela vai se libertar da prisão que ajudou a construir em torno de si, ela ainda não sabe. E se Miguel é real ou apenas uma projeção de seu inconsciente, ela também não sabe. Tudo o que sabe é que sente um amor real e crescente, que a fortalece e encoraja a abrir a porta para a vida e encontrar seu lugar no mundo. Música, dança e circo conduzem essa história surpreendente de amor e de tantas nuances que colorem a complexa teia de emoções, conscientes e inconscientes, de qualquer ser humano.
📅SERVIÇO:
Dia 28 de junho
Teatro Gacemss - Volta Redonda
Endereço: R. Gen. Oswaldo Pinto da Veiga, 315 - Vila Santa Cecília, Volta Redonda - RJ, 27260-140







